Scriptographer é um plugin freeware para o Adobe Illustrator, que possibilita ao usuário a possibilidade de estender a funcionalidade do Illustrator com o uso da linguagem JavaScript. Permite a manipulação de ferramentas de desenho, que modificam os efeitos gráficos existentes, criando novos. No site pode-se fazer download de uma série de scripts diferentes, algums muito simples, outros um pouco mais complexos.
6.9.10
Plugin
Pode ser considerado como uma espécie de programa de computador, geralmente pequeno e muito leve, usado para adicionar funções a outros programas maiores (Adobe Illustrator, Adobe Photoshop ou Mozilla Firefox), estendam as funcionalidades do produto, provendo alguma funcionalidade especial e muito específica.
Onull
ONull é uma aplicação baseada no sistema Vector Generator (são programas que permitem converter imagens bitmap transformando-as em gráficos vectoriais). Permite ao usuário converter imagens em gráficos vectoriais. Esta ferramenta foi desenvolvida por Kim Asendorf, atribuindo a designers gráficos a capacidade de transformar pequenas imagens a partir da Internet, por exemplo, em gráficos editáveis e que podessem ser impressos. Permite exportar a imagem vectorial criada em PDF editável, importar SVG Vector, JPG, PNG e GIF, possui 16 Vector Shapes, menu para control do tamanho, rotação, definição de cor e a sua opacidade, assim como a possibilidade de Fill e Stroke.
Harmony (App Oline)
Inspirado no código M_2_6_01_TOOL_TABLET (http://www.generative-gestaltung.de/M_2_6_01_TOOL_TABLET), Harmony foi desenvolvido por Mr.Doob (aka Ricardo Cabello), é o resultado do jogo do fim de semana misturado com vários algoritmos de desenho. É constituída por uma região drawable definido no código HTML. Esta aplicação inclui uma série de estilos de desenho diferente, geralmente conduzidos por pontos de conexão previamente estabelecidos. Este aplicativo web foi construído de forma modular para que, nele, se possa continuar a adicionar mais estilos gráficos.
www.generative-gestaltung.de/M_2_6_01_TOOL_TABLET
www.generative-gestaltung.de/downloads/codes/M_2_6_01_TOOL_TABLET.zip www.mrdoob.com/projects/harmony www.creativeapplications.net/webapp/harmony-webapp
5.9.10
Exposições (com processing)
Aqui ficam alguns exemplos de exposições que utilizam o processing como meio de produzir imagens.
"Understanding Shakespeare"
www.understanding-shakespeare.com

"One Perfect Cube"
www.florianjenett.de/one-perfect-cube
"Branching Morphogenesis"
www.sabin-jones.com/arselectronica.html
http://labstudio.org/applets/populate_grid_matrix_for_web/populate_grid_matrix_for_web.html
"The Emergence Project"
www.emergenceproject.org/blog/?page_id=298
"Counterclockwise"
www.davidmuth.net/videos/counterclockwise
31.8.10
Quartz Composer
Processing
Büro Destruct Designer, aplicação web, iPhone/iPod Touch app
Usando apenas círculos, quadrados e um conjunto de regras, Büro Destruct Designer destina-se a encontrar a inspiração de combinações de cores, totalmente aleatórias, e formas gráficas, seguindo padrões. BDD acaba de lançar Büro Destruct's "Designer app" para o iPhone e iPod / Touch, basta agitar o iPhone ou iPod Touch para criar um número quase infinito de projectos visuais. Nestas versões os padrões surgem aleatórios através da possibilidade s hake.

30.8.10
2D SuperShapes e 3D SuperShapes
Visualizing Fontane’s “Brücke am Tay”
Criado por Diana Lange, este projecto é uma nova forma de visualização do poema Thedor Fontane "Brücke am Tay". Foi um projecto que surgiu no desenvolvimento da tese de licenciatura de Diana Lange, com o objectivo de criar um reflexo directo dos textos, convertendo o texto em imagem, usando o código aberto, processing. Para esta tese foram criados 6 posters com 700 mm x 1000 mm. Esta aplicação é composta por cinco aplicações diferentes, cada um transforma o poema de uma forma ligeiramente diferente: Bruecke, buergschaft, fuesse, thule, Zauberlehrling.
27.8.10
Artes tecnológicas/ estéticas tecnológicas: estágios de imagem
Lucia Santaella prefere a utilização da expresão "estéticas tecnológicas" em vez de "artes tecnológicas". A primeira, levaria a “discutir questões que se enquadram mais propriamente dentro do campo das artes”, não como no segundo termo, que levam a discussões relacionadas com “as condições propiciadas pelos aparelhos, dispositivos e suportes tecnológicos que, desde a invenção da fotografia até os hibridismos permitidos pelo ciberespaço e pelas invenções tecno-científicas contemporâneas, de modo cada vez maisvertiginoso, vêm ampliando e transformando as bases materiais e os potenciais dos modos deprodução estéticos.”
"estéticas tecnológicas não se localizam necessariamente em objetos ou processos considerados artísticos, nem precisam aparecer em lugares de exposição ou circulação de arte (…) estéticas tecnológicas podem se fazer presentes em publicidades, designs de hipermídia, vinhetas de televisão, filmes documentários, efeitos especiais no cinema, nas novas formas híbridas das imagens em movimento, na moda, nas sonoridades circundantes e, especialmente, nas infinidades de portais, sites, blogs, de que o ciberespaço está povoado ou ainda nas telinhas de um celular que nos seduz com seus ícones animados e sons, com o acabamento de sua forma e superfície, com a sutileza dos seus minúsculos botões."
Neste ensaio Lucia Santaella faz referência aos "estágios evolutivos das imagens tecnológicas", referindo-se e citando Peter Weibel, no seu artigo sobre "O mundo como interface", inserido em Electronic Culture, editado por T. Druckrey (1996). Peter Weibel estabeleceu oito estágios evolutivos no processo de produção de imagens com meios tecnológicos.
"esses oito estágios não se limitam à imagem, mas vão além dela, expandindo-se para outros potenciais abertos às estéticas tecnológicas não necessariamente visuais. O indiscutível domínio da imagem deve-se ao fato de que a revolução tecnológica tem colocado um enorme aparato à serviço da visão de modo que não se pode negar que o século XX foi o século do triunfo da tecnovisão."
Esses estágios são:
1- Transmissão de imagens e palavras utilizando meios como o telegrafo, telefone, telecopiadora (precursora da televisão de Nipkow, em 1884) ou o telescópio. Todos estes elementos contribuíram para o desenvolvimentos de sistemas tecnológicos.
"A invenção da fotografia com a automatização que ela trouxe para a produção da imagem foi contemporânea da transmissão de imagens e palavras em longa distância"
2- As ondas electromagnéticas
"a descoberta das ondas eletromagnéticas (Maxwell em 1873, Hertz em 1887) significou o nascimento de novos mundos visuais, prenunciando o advento da cultura telemática."
3- A descoberta da fotografia
"a forma espacial da imagem, como na pintura e na foto, foi seguida por sua forma temporal como no filme. De um meio espacial, a imagem se transformou em um meio temporal."
4- A evolução da televisão
"A descoberta do eletron e do tubo de raio catódico, ambos em 1879, estabeleceu as condições básicas para a produção e transferência de imagens eletrônicas, o que levou à televisão."
5- A gravação de imagens
"A gravação magnética de sinais visuais, em 1951, que havia sido antecipada pela gravação de sinais sonoros, no início do século XX, combinou o filme, o rádio e a televisão em um novo meio, o vídeo."
6- A produção de imagens geradas em computador, abriram portas para os “mundos visuais interactivos controlados pela máquina”, trazendo com eles a virtualidade.
"A tecnologia dos transistores, dos circuitos integrados, dos chips e dos semicondutores revolucionou a tecnologia de processamento de dados em meados do século XX, levando à produção de imagens completamente geradas em computadores."
7- As redes digitais televirtuais, com seus espaços de dados imateriais, introduziram a telerobótica e a telepresença.
"O passo seguinte na evolução acelerada das máquinas semióticas foi dado pela tecnologia das telecomunicações interativas."
8- Os interfaces multi-sensórias e o neuro-chip
"O último estágio, prognosticado por Weibel, dando prosseguimento às interfaces multi-sensórias, é aquele das tecnologias sensórias avançadas que, por meio de neuro-chips e chips cerebrais, deverão ligar o cérebro ao reino digital tão diretamente quanto possível."
Inevitavelmente, faz referência a Manovich quando em 2006 utilizou o termo de “hibridização visual” da linguagem das imagens em movimento. Até aos anos 90 as imagens que surgiam pelo meio do computador eram tratadas de maneira quase discriminada. No final da década, o computador transformou-se num "laboratório experimental no qual diferentes mídias podem se encontrar e suas técnicas e estéticas podem se combinar na geração de novas espécies sígnicas."
"Quando uma mídia é simulada no computador, propriedades e métodos de trabalho lhe são adicionados até o ponto de transformar a identidade dessa mídia. Isso acontece porque os softwares, como as espécies em uma ecologia comum -- neste caso, o ambiente computacional mpartilhado -- uma vez liberados, começam a interagir, mutar e gerar híbridos."
Depois do surgimento do computador “a modularização cultural opera em um nível estrutural”. As imagens surgem em pixels, desenhos vectoriais, o hipertexto substitui o texto. O HTML vulgariza-se, fazendo parte das linguagens mais usadas em termos de programação.
Santaella, Lucia, As imagens no contexto das estéticas tecnológicas
http://www.arte.unb.br/6art/textos/lucia.pdf, acedido a 29/03/2010
A arte na era da sua reprodutibilidade digital
Leonel Moura é um investigador português, que se tem destacado nos últimos anos na investigação sobre robótica e inteligência artificial. Em 2003 criou a primeira geração de robots pintores capazes de produzir, de forma autónoma, baseados no comportamento, obras de arte originais. Em 2009, destaca-se a exposição, organizada pelo próprio, com o nome de "inside (arte e ciência)" (www.inside.com.pt)
No ensaio "A arte na era da sua reprodutibilidade digital", reflecte acerca de assuntos como arte, tecnologia e inovação:
"A arte da nossa era não se define portanto através daquele tipo de características emocionais que correntemente se associam à avaliação de obras e autores. Mais determinante do que a sensibilidade, a manipulação formal ou a afirmação antropocêntrica, é a muito objectiva capacidade de inovar processos e meios que marca a evolução artística e cultural da nossa era. Mais do que criar novas formas a arte, tal como a conhecemos, dedica-se à criação de novos meios."
Colocando questões pertinentes como a diferenças entre o mecanismo de produção artística e os processos de produções, sendo este dois divergentes do processo cientifico.
"a inovação não é em si mesma uma forma de arte, como se pode ver pelo contra-exemplo da inovação científica e tecnológica. Embora a arte sempre se encontre intimamente ligada ao conhecimento científico e ao desenvolvimento tecnológico, de que bastam os exemplos das influências decisivas em várias épocas da óptica, fotografia, matemática, teorias da linguagem ou mais recentemente da computação, na verdade o mecanismo de produção artística é divergente do processo científico. Enquanto a ciência assenta em princípios de objectividade, racionalidade e refutação, a arte é sempre irrefutável e portanto não é científica, nem objectiva, nem sequer necessariamente racional (no sentido convencional do termo). Ora só existe uma maneira de produzir um tal tipo de inovação tão indeterminada. Ela assenta num experimentalismo aleatório, implícito ou explícito. A arte é uma forma de conhecimento que evolui com base numa recombinação aleatória de premissas não verificáveis. Daí também a sua forte subjectividade e, em rigor, a sua inutilidade prática. Existe contudo um aspecto em que a arte presta um serviço capital à humanidade. Enquanto a ciência se move no campo do possível, a arte explora o território da impossibilidade. Enquanto a ciência serve para resolver problemas, a arte serve para criar novos problemas."
Moura, Leonel, A arte na era da sua reprodutibilidade digital (Publicado no Jornal de Letras a 4 de Julho de 2006)
http://www.lxxl.pt/txt/txt_009.html, acedido a 29/03/2010
19.8.10
New Media Art - Artistas: David Dessens

Sphere Harmonie, Generative abstract graphics, 2010

#07 Genrative motion graphic, 2010

SupaFormula, Generative abstract graphic, 2010


NRT, 2010
www.behance.net/sanch
www.sanchtv.com
New Media Art - Artistas: Patrick Gunderson

New Flowers - More ringlets, 2010

Dedicated to an American Game, 2010
Music Visualization, 2010, Finished Symphony by Hybrid
Music Visualization, 2010, Creep by Radiohead
Feathers and Fibers, 2009

Alogrithic Abstracts - Group 6, 2009
Algorithmic Abstracts - group3, 2009
pat.theorigin.net
www.behance.net/patrickgunderson







































