
Tissue
Process 14
Process 12
Process 11
Process 9
Process 8
Path Prints
Network A, a.k.a. Process 4

MicroImage Triptych
Scriptographer é um plugin freeware para o Adobe Illustrator, que possibilita ao usuário a possibilidade de estender a funcionalidade do Illustrator com o uso da linguagem JavaScript. Permite a manipulação de ferramentas de desenho, que modificam os efeitos gráficos existentes, criando novos. No site pode-se fazer download de uma série de scripts diferentes, algums muito simples, outros um pouco mais complexos.
Pode ser considerado como uma espécie de programa de computador, geralmente pequeno e muito leve, usado para adicionar funções a outros programas maiores (Adobe Illustrator, Adobe Photoshop ou Mozilla Firefox), estendam as funcionalidades do produto, provendo alguma funcionalidade especial e muito específica.
ONull é uma aplicação baseada no sistema Vector Generator (são programas que permitem converter imagens bitmap transformando-as em gráficos vectoriais). Permite ao usuário converter imagens em gráficos vectoriais. Esta ferramenta foi desenvolvida por Kim Asendorf, atribuindo a designers gráficos a capacidade de transformar pequenas imagens a partir da Internet, por exemplo, em gráficos editáveis e que podessem ser impressos. Permite exportar a imagem vectorial criada em PDF editável, importar SVG Vector, JPG, PNG e GIF, possui 16 Vector Shapes, menu para control do tamanho, rotação, definição de cor e a sua opacidade, assim como a possibilidade de Fill e Stroke.
Inspirado no código M_2_6_01_TOOL_TABLET (http://www.generative-gestaltung.de/M_2_6_01_TOOL_TABLET), Harmony foi desenvolvido por Mr.Doob (aka Ricardo Cabello), é o resultado do jogo do fim de semana misturado com vários algoritmos de desenho. É constituída por uma região drawable definido no código HTML. Esta aplicação inclui uma série de estilos de desenho diferente, geralmente conduzidos por pontos de conexão previamente estabelecidos. Este aplicativo web foi construído de forma modular para que, nele, se possa continuar a adicionar mais estilos gráficos.
www.generative-gestaltung.de/M_2_6_01_TOOL_TABLET
www.generative-gestaltung.de/downloads/codes/M_2_6_01_TOOL_TABLET.zip www.mrdoob.com/projects/harmony www.creativeapplications.net/webapp/harmony-webapp
Aqui ficam alguns exemplos de exposições que utilizam o processing como meio de produzir imagens.
"Understanding Shakespeare"
www.understanding-shakespeare.com

"One Perfect Cube"
www.florianjenett.de/one-perfect-cube
"Branching Morphogenesis"
www.sabin-jones.com/arselectronica.html
http://labstudio.org/applets/populate_grid_matrix_for_web/populate_grid_matrix_for_web.html
"The Emergence Project"
www.emergenceproject.org/blog/?page_id=298
"Counterclockwise"
www.davidmuth.net/videos/counterclockwise
Usando apenas círculos, quadrados e um conjunto de regras, Büro Destruct Designer destina-se a encontrar a inspiração de combinações de cores, totalmente aleatórias, e formas gráficas, seguindo padrões. BDD acaba de lançar Büro Destruct's "Designer app" para o iPhone e iPod / Touch, basta agitar o iPhone ou iPod Touch para criar um número quase infinito de projectos visuais. Nestas versões os padrões surgem aleatórios através da possibilidade s hake.

Criado por Diana Lange, este projecto é uma nova forma de visualização do poema Thedor Fontane "Brücke am Tay". Foi um projecto que surgiu no desenvolvimento da tese de licenciatura de Diana Lange, com o objectivo de criar um reflexo directo dos textos, convertendo o texto em imagem, usando o código aberto, processing. Para esta tese foram criados 6 posters com 700 mm x 1000 mm. Esta aplicação é composta por cinco aplicações diferentes, cada um transforma o poema de uma forma ligeiramente diferente: Bruecke, buergschaft, fuesse, thule, Zauberlehrling.
Depois do surgimento do computador “a modularização cultural opera em um nível estrutural”. As imagens surgem em pixels, desenhos vectoriais, o hipertexto substitui o texto. O HTML vulgariza-se, fazendo parte das linguagens mais usadas em termos de programação.
Santaella, Lucia, As imagens no contexto das estéticas tecnológicas
http://www.arte.unb.br/6art/textos/lucia.pdf, acedido a 29/03/2010
Leonel Moura é um investigador português, que se tem destacado nos últimos anos na investigação sobre robótica e inteligência artificial. Em 2003 criou a primeira geração de robots pintores capazes de produzir, de forma autónoma, baseados no comportamento, obras de arte originais. Em 2009, destaca-se a exposição, organizada pelo próprio, com o nome de "inside (arte e ciência)" (www.inside.com.pt)
No ensaio "A arte na era da sua reprodutibilidade digital", reflecte acerca de assuntos como arte, tecnologia e inovação:
"A arte da nossa era não se define portanto através daquele tipo de características emocionais que correntemente se associam à avaliação de obras e autores. Mais determinante do que a sensibilidade, a manipulação formal ou a afirmação antropocêntrica, é a muito objectiva capacidade de inovar processos e meios que marca a evolução artística e cultural da nossa era. Mais do que criar novas formas a arte, tal como a conhecemos, dedica-se à criação de novos meios."
Colocando questões pertinentes como a diferenças entre o mecanismo de produção artística e os processos de produções, sendo este dois divergentes do processo cientifico.
"a inovação não é em si mesma uma forma de arte, como se pode ver pelo contra-exemplo da inovação científica e tecnológica. Embora a arte sempre se encontre intimamente ligada ao conhecimento científico e ao desenvolvimento tecnológico, de que bastam os exemplos das influências decisivas em várias épocas da óptica, fotografia, matemática, teorias da linguagem ou mais recentemente da computação, na verdade o mecanismo de produção artística é divergente do processo científico. Enquanto a ciência assenta em princípios de objectividade, racionalidade e refutação, a arte é sempre irrefutável e portanto não é científica, nem objectiva, nem sequer necessariamente racional (no sentido convencional do termo). Ora só existe uma maneira de produzir um tal tipo de inovação tão indeterminada. Ela assenta num experimentalismo aleatório, implícito ou explícito. A arte é uma forma de conhecimento que evolui com base numa recombinação aleatória de premissas não verificáveis. Daí também a sua forte subjectividade e, em rigor, a sua inutilidade prática. Existe contudo um aspecto em que a arte presta um serviço capital à humanidade. Enquanto a ciência se move no campo do possível, a arte explora o território da impossibilidade. Enquanto a ciência serve para resolver problemas, a arte serve para criar novos problemas."
Moura, Leonel, A arte na era da sua reprodutibilidade digital (Publicado no Jornal de Letras a 4 de Julho de 2006)
http://www.lxxl.pt/txt/txt_009.html, acedido a 29/03/2010

Sphere Harmonie, Generative abstract graphics, 2010

#07 Genrative motion graphic, 2010

SupaFormula, Generative abstract graphic, 2010


NRT, 2010
www.behance.net/sanch
www.sanchtv.com